Catálogo de cultivares
Ficha canônica com apelidos: GG4, Gorilla Glue #4 e Gorila Cola param todas no mesmo lugar. Genética, banco, fenótipo e ciclo.
Primeiro a entrar no arVocê tem 18 anos ou mais?
Conteúdo sobre cultivo, catalogação e avaliação de cannabis. Nada aqui é venda.
O lugar onde quem planta registra o que plantou: a genética, de onde veio a semente e o que aquela colheita virou. Sem loja, sem preço, sem carrinho.
Ficha canônica com apelidos: GG4, Gorilla Glue #4 e Gorila Cola param todas no mesmo lugar. Genética, banco, fenótipo e ciclo.
Primeiro a entrar no arA nota não é da strain, é do material que você teve na mão — com a procedência declarada. Efeito, aroma, sabor e o que veio de ruim.
Primeiro a entrar no arPerfil por apelido, localização no nível de estado. Reputação construída safra a safra — não por seguidor.
Em construçãoO que muda na lei, no STF e no Congresso, em português claro e sem torcida — porque muda o que você pode fazer no seu quintal.
Em construçãoEm junho de 2024 o Supremo decidiu, por 8 a 3: portar até 40 gramas ou cultivar seis plantas para consumo próprio é infração administrativa, não crime. Mesmo assim, quem planta no quintal continua tratado como suspeito — enquanto empresas importam, industrializam e vendem a mesma planta com registro sanitário.
Essa contradição tem um custo que ninguém contabiliza: o conhecimento. Cada safra tirada em casa no Brasil — a genética, o fenótipo que expressou, o ciclo, o que deu certo e o que apodreceu — desaparece no dia seguinte. Não está registrado em lugar nenhum. Não vira dado, não vira referência, não vira nada.
A gente está construindo o lugar onde isso fica registrado. Um direito que ninguém registra é um direito fácil de apagar.
Não é loja e não vai ser tão cedo. É catálogo: você abre a ficha da planta que cultivou, diz de onde veio a semente e registra o que aquela colheita virou. Seu apelido aparece. Seu nome, não.
O autocultivo não é uma concessão do Estado. É um direito fundamental.
Pelo direito de plantar.
Em junho de 2024 o STF decidiu que portar cannabis para consumo próprio não é crime, e sim ato ilícito de natureza administrativa. Cultivar para consumo pessoal está no mesmo artigo 28 da Lei 11.343/2006 e segue o mesmo tratamento.
Continua não sendo atividade autorizada: deixar de ser crime é diferente de ser permitido.
Não. O parâmetro de 40 gramas ou seis plantas fêmeas é critério de presunção de uso pessoal, criado para orientar a distinção entre usuário e traficante.
Não funciona como licença e não impede a autoridade de avaliar o caso concreto pelo conjunto das circunstâncias.
Não. Sem venda, sem intermediação, sem preço, sem carrinho e sem conectar comprador a vendedor. Não existe seção de "onde comprar" nem contato comercial entre usuários.
Variedade cultivada com características estáveis e reconhecíveis — no jargão do cultivo, strain. O mesmo material circula com vários apelidos ao mesmo tempo.
Por isso o catálogo trabalha com ficha canônica: GG4, Gorilla Glue #4 e Gorila Cola apontam para o mesmo registro.
A navegação é livre. Avaliar uma amostra ou registrar uma cultivar exige conta com apelido — perfil pseudônimo, localização no nível de estado.
Nome civil e endereço não são pedidos nem exibidos.
O catálogo de cultivares e a avaliação por amostra são as primeiras partes a abrir. Quem está na lista de espera recebe o convite antes de qualquer anúncio público.
Este bloco é informação de contexto, não orientação jurídica. Situação concreta se discute com advogado.
Sem frequência definida: a gente escreve quando tem algo real para contar. Você recebe o convite de acesso antes de qualquer anúncio público.